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	<description>MURAL SONORO &#124; Soraia Simões</description>
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		<title>Luís Cilia</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 00:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraia Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO MURAL SONORO]]></category>
		<category><![CDATA[direitos reservados Arquivo Mural Sonoro]]></category>

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		<description><![CDATA[64ª Recolha de Entrevista Luís Cilia à conversa com Soraia Simões, Recolha AUDIO BI: Luís Cília nasceu no Huambo (Angola) no ano 1943. Veio para Portugal em 1959, onde deu continuidade à sua formação académica. Em 1962 conheceu o poeta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>64ª Recolha de Entrevista</p>
<p><a href='https://vimeo.com/album/2387600/video/67706949'>Luís Cilia à conversa com Soraia Simões, Recolha AUDIO</a></p>
<p><strong>BI: Luís Cília  nasceu no Huambo (Angola) no ano 1943.<br />
Veio para Portugal em 1959, onde deu continuidade à sua formação académica.</p>
<p>Em 1962 conheceu o poeta Daniel Filipe que o incentivou a musicar poesia. É nesse ano que tem as suas primeiras experiências nesse âmbito (&#8220;Meu país&#8221;, &#8221; O menino negro não entrou na roda&#8221;, que viriam a ser incluídos no seu primeiro registo fonográfico gravado em França, para a editora Chant du Monde). Em Abril de 1964 partiu para Paris, onde viveu até 1974.</p>
<p>Em França estudou guitarra clássica com António Membrado e composição com Michel Puig.</p>
<p>Entre 1964 e 1974 realizou recitais em quase todos os países da Europa.<br />
Depois do seu regresso a Portugal continuou a gravar discos, como compositor e intérprete e a realizar recitais. Como intérprete gravou dezoito discos, alguns dos quais dedicados exclusivamente a poetas tais como Eugénio de Andrade (&#8220;O Peso da Sombra&#8221;), Jorge de Sena (&#8220;Sinais de Sena&#8221;) ou David Mourão Ferreira (&#8220;Penumbra&#8221;).</p>
<p>Nos últimos anos tem-se dedicado apenas à composição, nomeadamente para Teatro, Bailado e Cinema.</p>
<p>Nesta recolha de entrevista Luís Cilia recorda as motivações que estiveram na origem do seu percurso como músico, intérprete e sobretudo compositor e produtor, as suas referências culturais e musicais, alguns sectarismos que o fizeram gerar polémica nos universos por onde à data gravitava (como, em exemplo, conta a respeito de uma célebre entrevista que deu, logo no dia 25 de Abril de 1974 a Mário Contumélias, em que afirmava que o fadista Alfredo Marceneiro era um cantor revolucionário, dizendo isto para contrariar a envolvência sectária de alguns &#8216;militantes da época&#8217; a respeito do universo do fado), de algumas das histórias e ideias que vivem em alguma da sua obra discográfica, etc.</p>
<p>Luís Cilia foi o primeiro cantor que no exílio denunciou a guerra colonial e a falta de liberdade em Portugal. A sua actividade constante, a partir de 1964, tanto discográfica como no que diz respeito à realização de recitais, fê-lo profissionalizar-se em 1967. Durante vários anos dedicou-se ao estudo de harmonia e composição. Formação musical e experiências que o tornaram num dos mais respeitados compositores do século XX e da actualidade, procurado pelas mais distintas instituições, nomeadamente desde que, nos anos 80, optou exclusivamente pela composição devido às muitas solicitações, e elogiado por outros autores de modo frequente como o caso do músico José Mário Branco, do poeta e letrista Manuel Alegre, do escritor Urbano Tavares Rodrigues ou dos músicos Pedro Caldeira Cabral e Sérgio Godinho, entre tantos outros.</p>
<p>Em Maio de 2013 a Sociedade Portuguesa de Autores atribuía-lhe a Medalha de Honra pelo trabalho desenvolvido nos últimos anos.</strong></p>
<p>©<em>2013 Luís Cilia à conversa com Soraia Simões, Perspectivas e Reflexões no Campo</em> </p>
<p>Recolha efectuada em Casa de Luís Cilia<br />
Foto de Augusto Fernandes</p>
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		<title>Breves considerações acerca de &#8221;folclore&#8221; séculos XX e XXI</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 12:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraia Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[QUESTÕES DECORRENTES]]></category>
		<category><![CDATA[Soraia Simões Estudos de Música Popular]]></category>

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		<description><![CDATA[A expressão folclore apareceu primeiramente na literatura inglesa. Há escritos que situam o seu surgimento num artigo para a revista Athanaeum de William John Thoms, sob o pseudónimo de Ambrose Merton, substituindo a designação de Antiguidades Populares (número de 26]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/music-gente-do-norte.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/music-gente-do-norte-150x150.jpg" alt="" title="music gente do norte" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2682" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/gait-fole.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/gait-fole-150x150.jpg" alt="" title="gait fole" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2680" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/carlos-g.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/carlos-g-150x150.jpg" alt="" title="carlos g" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2677" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/vitorino.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/vitorino-150x150.jpg" alt="" title="vitorino" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2675" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/396244_370998272919450_321657395_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/396244_370998272919450_321657395_n-150x150.jpg" alt="" title="396244_370998272919450_321657395_n" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2673" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/amelia.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/amelia-150x150.jpg" alt="" title="amelia" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2671" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/janita.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/janita-150x150.jpg" alt="" title="janita" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2670" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/mario-c.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/mario-c-150x150.jpg" alt="" title="mario c" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2669" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/733884_582876741731601_1581854856_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/733884_582876741731601_1581854856_n-150x150.jpg" alt="" title="733884_582876741731601_1581854856_n" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2662" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/970598_602654106420531_1018830770_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/970598_602654106420531_1018830770_n-150x150.jpg" alt="" title="970598_602654106420531_1018830770_n" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2661" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/547708_587509121268363_1338769790_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/547708_587509121268363_1338769790_n-150x150.jpg" alt="" title="547708_587509121268363_1338769790_n" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2658" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/603382_595184187167523_812430269_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/06/603382_595184187167523_812430269_n-150x150.jpg" alt="" title="603382_595184187167523_812430269_n" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2659" </p>
<p>/></a><strong>A expressão folclore apareceu primeiramente na literatura inglesa.</p>
<p>Há escritos que situam o seu surgimento num artigo para a revista Athanaeum de William John Thoms, sob o pseudónimo de Ambrose Merton, substituindo a designação de Antiguidades Populares (número de 26 de Agosto do ano de 1846 da revista em questão).</p>
<p>O seu significado está ligado ao saber de um povo ou, mais comummente, à sabedoria popular. É, de um modo simples, uma palavra composta de = povo e de lore = saber ciência; portanto, folclore quer dizer &#8216;a ciência do povo&#8217;, ou &#8216;o saber do povo&#8217;.</p>
<p>Mas, é em Portugal, que a expressão é entendida ao longo de mais de meio século de um modo por vezes pejorativo. Muitas das vezes pela sua imediata associação ao período do Estado Novo e às teorias perfiladas por António Ferro em inícios do século passado. </p>
<p>Com o avanço, ao longo do século XX, de disciplinas como a etnografia ou a etnologia, ou de noções correntes como as de &#8216;arte popular&#8217; ou manifestações culturais a noção de folclore começa a ganhar uma expressão mais dinâmica, contextualizante e valorativa dos seus processos . </p>
<p>Em vários países da Europa o folclore convive ao longo do século passado frequentemente com ligações a que o vão sujeitando como a “descrição dos povos pertencentes a uma baixa cultura, dos selvagens”, enquanto a &#8216;arte popular&#8217; não abrange toda a dinâmica e desenvolvimento do folclore. Constatamos que, por exemplo, em França, Suíça ou Itália, se usam designações como “tradições populares e tradicionalistas”.</p>
<p>Ora, estas designações aparecem e mantêm-se em alguns dos casos mesmo com a generalização dos estudos folclóricos, que datam de pouco mais de um século.</p>
<p>De qualquer forma já antes do século passado se falava das mais variadas formas deste assunto. Entre 160 e 180 d.C. Pausânias produziu a sua descrição da Grécia onde se encontrava um acervo de dados relativas a práticas dentro do domínio do folclore.<br />
Já nos séculos XVII, XVIII e XIX se tinham publicado pesquisas sobre o assunto por toda a Europa, que lhe atribuiam significados mais ou menos semelhantes. </p>
<p>Em Inglaterra um livro de Thomas Brown de nome &#8216;Enquiries into vulgar and common errors&#8217;, ou em 1667 João Batista Thiers em França com &#8216;Tratado das Superstições&#8217;, ou mesmo no âmbito dos Contos Populares as &#8216;Histórias ou Contos do tempo passado&#8217; de Perrault, publicadas em 1697 e as lendas e contos dos irmãos Grimm com a publicação, entre 1812 e 1822 na Alemanha, entre outros.</p>
<p>O que é claro, para os que se debruçam sobre a temática em questão, é a constatação de que há um registo de flutuações que se produzem de um modo continuado nas tradições dos povos e de que neste mar convulso que é o da música popular, vários fluxos e refluxos dos acontecimentos sociais e humanos foram efémeros e curiosidades culturais. E é sobre as referências imponentes que albergam esse designado saber do povo ou Folclore que esses passageiros acontecimentos (ou &#8216;fenómenos&#8217;) habitualmente se medem. É nesses rochedos referenciais (que são determinados Autores e Intérpretes que lhe deram dignidade e extrapolaram até o contexto das músicas populares transformando-se em &#8216;ícones&#8217; da sociedade portuguesa do século passado) que se tem vindo a armazenar usos, costumes, contos, provérbios, cantos, reflexões e análises. São eles que são invariavelmente ao longo de mais de meio século o nosso ponto de partida e de regresso, sobre o qual aferimos e reavaliamos, medimos e reafirmamos as nossas próprias identidades culturais.<br />
</strong></p>
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		<title>Estudos de Música Popular</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 13:58:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraia Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[QUESTÕES DECORRENTES]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Musicais]]></category>
		<category><![CDATA[etnomusicologia]]></category>
		<category><![CDATA[FCSH]]></category>

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		<description><![CDATA[São muitos os significados que vemos atribuídos ao conceito de Música Popular, desde as músicas tradicionais e do folclore, até às práticas localizadas em contextos urbanos que envolvem as indústrias de espectáculos, do cinema, de fonogramas e as dos meios]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São muitos os significados que vemos atribuídos ao conceito de Música Popular, desde as músicas tradicionais e do folclore, até às práticas localizadas em contextos urbanos que envolvem as indústrias de espectáculos, do cinema, de fonogramas e as dos meios de teledifusão como a rádio e a TV. Ao longo do Séc. XX a produção e transmissão da música por meios tecnológicos contribuiu para a reconfiguração do universo das músicas populares. O enfoque da investigação é exactamente nos processos de mudança nas práticas musicais e, consequentemente, na emergência de géneros, estilos e sonoridades.</p>
<p>Considerando estas transformações, o curso de Pós-Graduação em Estudos de Música Popular na FCSH-UNL pretende desenvolver a Investigação nos diversos domínios da Música Popular com enfoque na música em Portugal, em países em contextos de diásporas e em países de expressão portuguesa, segundo as perspectivas actuais da Etnomusicologia, da Antropologia e dos Popular Music Studies abordando as indústrias da Música e as Tecnologias de Produção Musical. O Plano de Estudos inclui as seguintes disciplinas: Introdução à Etnomusicologia; História da Cultura em Portugal Séc. XX; O Estudo da Música Popular: Abordagens Actuais; Tecnologias da Produção e Recepção Musicais; Estudos Arquivísticos; Música em Contextos Urbanos; Práticas Tradicionais em Portugal; e Laboratório de Etnomusicologia.</p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/599163_453520827994524_1633052618_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/599163_453520827994524_1633052618_n-150x150.jpg" alt="" title="599163_453520827994524_1633052618_n" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2647" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/599163_453520827994524_1633052618_n1.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/599163_453520827994524_1633052618_n1-150x150.jpg" alt="" title="599163_453520827994524_1633052618_n" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2648" /></a></p>
<p>Este curso destina-se a licenciados ou indivíduos detentores de currículo relevante (como músicos, investigadores, antropólogos, etc.) e pretende potenciar as competências teórico-práticas indispensáveis ao estudo da música popular e do património musical português e das várias diásporas. Esta é também uma oportunidade única para colaborar com um dos mais importantes pólos de investigação sobre a música portuguesa que existem no meio académico nacional.</strong></p>
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		<title>Guitarra Portuguesa</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraia Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[ORGANOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[Soraia Simões Organologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O instrumento que hoje chamamos guitarra portuguesa assumiu, até ao século XIX, por toda a Europa nomes como: cistre (França), cetra e cetera (Itália e Córsega), Cítara (Portugal e Espanha), Cittern (Ilhas Britânicas), cister e cithern (Alemanha e Países Baixos).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O instrumento que hoje chamamos guitarra portuguesa assumiu, até ao século XIX, por toda a Europa nomes como: cistre (França), cetra e cetera (Itália e Córsega), Cítara (Portugal e Espanha), Cittern (Ilhas Britânicas), cister e cithern (Alemanha e Países Baixos).</p>
<p>A afinação nominal, ainda hoje usada na guitarra, mantém características das cítaras do Renascimento (as mesmas relações intervalares).</p>
<p>A guitarra apresenta-se hoje em dois modelos diferentes. A de Lisboa (mais aguda) e a de Coimbra (mais grave). A diferença tímbrica de ambas é notória e tal facto deve-se não só às diferenças da sua construção como da sua execução, além da diferença, já mencionada, de tessitura (mais aguda/mais grave).</p>
<p>A afinação nominal é então, do agudo para o grave, a seguinte: si (3), lá (3), mi (3), si (2), lá (2) , ré (2) no caso da Guitarra de Lisboa e lá (3), sol (3), ré (3), lá (2), sol (2), dó (2) no caso da Guitarra de Coimbra.</strong></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/196269_202219916463823_3409042_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/196269_202219916463823_3409042_n-150x150.jpg" alt="" title="196269_202219916463823_3409042_n" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2601" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/190293_202219859797162_6286231_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/190293_202219859797162_6286231_n-150x150.jpg" alt="" title="190293_202219859797162_6286231_n" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2602" /></a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/l.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/l-150x150.jpg" alt="" title="l" width="150" height="150" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2606" /></a></p>
<p>imagem (g<strong>uitarras construídas por</strong> <a href='http://vimeo.com/66078545'>Fernando Meireles</a>)</p>
<p><em>Organaria, breves considerações</em></p>
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		<title>Amadeu Magalhães</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 15:21:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraia Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO MURAL SONORO]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Reservados Mural Sonoro Arquivo]]></category>

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		<description><![CDATA[63ª Recolha de Entrevista Amadeu Magalhães à conversa com Soraia Simões Audio Recolha BI: Amadeu Magalhães é um músico e formador nascido no ano de 1969 em Vila Real e que vive actualmente na Figueira da Foz. Iniciou o seu]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>63ª Recolha de Entrevista<br />
<a href='https://vimeo.com/66162310'>Amadeu Magalhães à conversa com Soraia Simões Audio Recolha</a></p>
<p><strong>BI: Amadeu Magalhães é um músico e formador nascido no ano de 1969 em Vila Real e que vive actualmente na Figueira da Foz.</p>
<p>Iniciou o seu percurso como músico  profissional no ano de 1990 com o grupo Realejo, grupo em que é responsável/director musical até hoje, mais tarde integrou o grupo de &#8221;música medieval e renascentista&#8221;, Ars Musicae, onde tocou alguns instrumentos de  sopro, em 1999 integou o grupo Quadrilha. A par destes grupos, trabalhou ainda com Fausto, Dulce Pontes, José Cid, Roberto Leal, Né Ladeiras, Brigada Victor Jara, Anabela, Chico César, Clau, Ginga, Paulo Bragança, Paulo de Carvalho, Terra D&#8217;água, Uxia, Zeca Medeiros, Helena Lavouras, Luis Represas, etc.<br />
 Lecciona instrumentos tradicionais no GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra fundado no ano de 1966 e que tem desenvolvido na cidade um trabalho de recolha frequente, bem como tratamento e divulgação das manifestações tradicionais) e na Secção de Fado da AAC (Associação Académica de Coimbra) desde 1994 (Cavaquinho, Bandolim, Guitarra, Concertina, Flauta e Gaita de Foles). É também responsável musical do grupo de cordas da secção de fado da AAC.</p>
<p>Nesta recolha de entrevista explica algumas das razões do seu percurso musical, algumas das colaborações e os significados que lhes atribui, algumas das histórias ligadas à componente da compreensão organológica, feitura e afinação de alguns instrumentos tradicionais como o cavaquinho ou a gaita de fole, mas é também assertivo relativamente à importância que atribui a alguns processos pelos quais passou no seu percurso: como a Banda Filarmónica de Couto de Dornelas, em Boticas etc.<br />
</strong><br />
© 2013 <em>Amadeu Magalhães à conversa com Soraia Simões, Perspectivas e Reflexões no Campo</em><br />
Recolha efectuada em Anthrop &#8211; Autores Portugueses em Coimbra<br />
Fotos de António Freire</p>
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		<title>Fernando Meireles</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 16:19:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraia Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO MURAL SONORO]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Reservados Mural Sonoro Arquivo]]></category>

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		<description><![CDATA[62ª recolha de entrevista Fernando Meireles à conversa com Soraia Simões Audio Recolha BI: Fernando Meireles é um músico-construtor e artesão, que ao fim de cerca de duas décadas e meia permanece no fundo de um dos corredores de ar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>62ª recolha de entrevista<br />
<a href='https://vimeo.com/66078545'>Fernando Meireles à conversa com Soraia Simões Audio Recolha</a></p>
<p><strong>BI: Fernando Meireles é um músico-construtor e artesão, que ao fim de cerca de duas décadas e meia permanece no fundo de um dos corredores de ar abandonado da Associação Académica de Coimbra com a sua oficina-Atelier. </p>
<p>O seu trabalho longo tem sido consagrado à feitura de instrumentos, e com encomendas várias de cordofones por si feitos de músicos vários como Pedro Caldeira Cabral ou Julio Pereira, as sanfonas, *concertina, viola braguesa, bandolim e cavaquinhos tocados no grupo do qual faz parte – Realejo – saíram todos da sua oficina.</p>
<p> Fernando Meireles tem o seu trabalho reconhecido em vários pontos do mundo, como a Casa Real Espanhola onde se encontra uma guitarra por si construída, o seu trabalho de recuperação da sanfona foi inequivocamente elogiado por estudiosos reconhecidos como Louzã Henriques.</p>
<p>Nesta recolha de entrevista expressa a &#8221;dignidade&#8221; que esteve na base da sua aplicação e investimentos pessoais, em horas de pesquisa e trabalho, conferidos aos instrumentos tradicionais portugueses, da paixão que mantém ao fim deste tempo  pela actividade, nas emoções experimentadas na construção de um instrumento medieval que já estava em extinção &#8211; a sanfona (ler em secção Organologia deste Portal: <a href='http://muralsonoro.com/?p=2303'>Organologia &#8211; Sanfona</a>, na importância inicial do seu contacto com a academia conimbricense, onde se apresentava regularmente com o cavaquinho, para os instrumentos que por encomenda (ainda na República onde residiu em Coimbra) passou a construir (como cavaquinhos, bandolins, que considerava na altura serem instrumentos sem grandes cuidados, muito toscos, pesados, muito desafinados e conferiam um problema para se tocarem), da evolução do interesse pela construção e dedicação que passou a dar à guitarra portuguesa, das horas passadas em  bibliotecas &#8221;de bibliografia em bibliografia&#8221; e das cartas e  livros pedidos do estrangeiro, mas Fernando Meireles debruça-se ainda sobre as políticas culturais e o &#8216;modus operandi&#8217;, de notáveis diferenças, entre o seu país e o estrangeiro, sobre um certo isolamento a que o seu percurso levou nos últimos anos, sobre a curiosidade e alerta de consciências que a forma como conduz a sua actividade tem despertado no meio musical de construção e uso destes instrumentos, etc. </p>
<p>Muita da matéria-prima que encomenda vem de outros pontos geográficos como  França ou Alemanha e reflecte sobre o papel facilitador que a internet passou a assumir neste ponto fundamental (de contactos com fornecedores de boas madeiras ou outros materiais).</p>
<p>Os seus instrumentos são, como referido, amplamente considerados. Uma guitarra braguesa feita por Fernando Meireles é também uma obra de interesse artístico, além de sonoro-musical, a boca desenhada em flores é exclusiva e difícil, apesar das tentativas, de igualar.<br />
</strong></p>
<p>© <em>2013 Fernando Meireles à conversa com Soraia Simões, Perspectivas e Reflexões no Campo</em></p>
<p>Recolha efectuada na Oficina-Atelier de Fernando Meireles<br />
Paisagem Sonora incluída<br />
Fotos de António Freire</p>
<p>(*concertina tocada por Fernando Meireles captada em tempo real)</p>
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		<title>Carlos Guerreiro</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 21:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraia Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[ARQUIVO MURAL SONORO]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Reservados Mural Sonoro Arquivo]]></category>

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		<description><![CDATA[61ª Recolha de Entrevista Carlos Guerreiro à conversa com Soraia Simões Audio recolha BI: Carlos Guerreiro nasceu em Lisboa no ano de 1954. É um músico, construtor de instrumentos, marceneiro-entalhador, escultor e professor, que começou por aprender guitarra. No ano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>61ª Recolha de Entrevista<br />
<a href='https://vimeo.com/65773623'>Carlos Guerreiro à conversa com Soraia Simões Audio recolha</a></p>
<p><strong>BI: Carlos Guerreiro nasceu em Lisboa no ano de 1954. É um músico, construtor de instrumentos, marceneiro-entalhador, escultor e professor, que começou por aprender guitarra. No ano em que acabou o liceu (ano em que se dá a Revolução de Abril) Carlos Guerreiro foi para o Conservatório para o curso de Educação pela Arte e no fim dos estudos iniciou um percurso de professor a dar aulas a alunos invisuais no Centro Helen Keller. Estudou mais tarde, a Arte de Trabalhar a Madeira, na Fundação Ricardo Espírito Santo, e esteve 20 anos a ensinar música a doentes com paralisia cerebral. Em 1991, fundou o Grupo  Gaiteiros de Lisboa.</p>
<p>Nesta recolha de entrevista Carlos fala do seu percurso, da associação ao universo de onde os Gaiteiros surgiram (de uma &#8216;música tradicional&#8217;) e daquele a que poderão ter sido  associados (a &#8216;um universo musical e cultural político&#8217;), dos vários fonogramas editados e das suas actuações em toda a Península Ibérica, da relação entre música e educação, das evoluções e retrocessos na indústria cultural no geral e fonográfica em particular desde a sua estreia (com o colectivo que ajudou a criar &#8211; Gaiteiros de Lisboa) ao vivo a 21 de Março de 1994, do que é representam para si  conceitos como &#8221;música portuguesa&#8221; ou &#8221;identidade&#8221;, etc.</p>
<p>No legado fonográfico do grupo Gaiteiros de Lisboa contam-se até à data em que a recolha é efectuada os seguintes álbuns:Invasões Bárbaras (de 1995), Bocas do Inferno (de 1997), Dança Chamas (de 2000), Macaréu (de 2002), Sátiro (de 2006) e Avis Rara (editado no ano de 2012).<br />
</strong><br />
<em>© 2013 Carlos Guerreiro à conversa com Soraia Simões, Perspectivas e Reflexões no Campo</em></p>
<p>Recolha efectuada em casa de Carlos Guerreiro<br />
Fotos de Augusto Fernandes</p>
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		<title>Sanfona</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 17:18:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraia Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[ORGANOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[Organologia Soraia Simões]]></category>

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		<description><![CDATA[(sanfona de Fernando Meireles, fotografada em Coimbra durante recolha de entrevista com o construtor e músico) A sanfona pertence à família dos cordofones. Parecida, do ponto de vista sonoro, com um violino com bordões produz um som usado ritmicamente por]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/906487_587509244601684_183032967_o.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/906487_587509244601684_183032967_o-1024x765.jpg" alt="" title="906487_587509244601684_183032967_o" width="720" height="537" class="aligncenter size-large wp-image-2304" /></a></p>
<p>(sanfona de Fernando Meireles, fotografada em Coimbra durante recolha de entrevista com o construtor e músico)</p>
<p><strong>A sanfona pertence à família dos cordofones. Parecida, do ponto de vista sonoro, com um violino com bordões produz um som usado ritmicamente por meio de uma corda apoiada numa ponte móvel (a mosca), e pela fricção das cordas através de uma roda com resina, por via de uma manivela, e a sua melodia  é criada através de um teclado.</p>
<p>O som produzido por este instrumento assemelha-se a um cruzamento entre um violino, por ser de corda friccionada e possibilitar melodia, e uma gaita-de-fole, por ter bordões, por intermédio de  outras cordas que apenas reproduzem uma nota pedal (ou seja uma nota continuada).</strong></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/15186_587509204601688_555203868_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/15186_587509204601688_555203868_n.jpg" alt="" title="15186_587509204601688_555203868_n" width="275" height="206" class="aligncenter size-full wp-image-2305" /></a></p>
<p><strong>Alguns textos de mestres organeiros afirmam que a  sanfona surgiu no século XI, d.C., no norte da Península Ibérica. Embora alguns investigadores na área de especialização em História Medieval reapontem  o seu &#8216;surgimento geográfico&#8217; para o Norte de África.</p>
<p>A sua forma mais arcaica conhecida é o organistro (também conhecido pela designação em latim,<em> organistrum</em>), um  instrumento de grande dimensão em corpo de guitarra, que continha apenas uma corda de melodia e que cobria uma oitava diatónica, e dois bordões sem a ponta móvel ainda.</p>
<p>Este instrumento, devido ao seu tamanho, exigia ser tocado por duas pessoas por duas fases em simultâneo:  em que uma friccionava as cordas e a outra tocava a melodia pretendida. Este acto consistia em puxar para cima barras de madeira ao longo da escala que, com pinos a meio, encurtavam a corda de modo a obterem diferentes notas. As melodias tocadas eram lentas devido ao esforço associado à tentativa da sua execução.</p>
<p>Com a introdução do órgão, caiu em desuso nos locais de culto, no século XII. A sanfona passa então a ser usada pela nobreza, trovadores, jograis e pelo povo. Com o passar do tempo, mendigos, cegos e vagabundos usam-na para tocar nas ruas e em feiras. No final do século XIX o instrumento entra em decadência, tendo quase desaparecido totalmente. Em Portugal perdurou até princípios do séc. XX, extinguindo-se. </strong></p>
<p><strong>Em 1966, Ernesto Veiga de Oliveira escrevia: «Entre nós, da sanfona queda rara lembrança, e já apenas como instrumento de feira, cada vez mais raro, ao serviço de mendigos e cegos que, sem a saberem tocar, a envelheceram e desacreditaram; e é neste aspecto final que a memória dela se fixou (&#8230;)». Fernando Meireles (músico do grupo Realejo, construtor de instrumentos e artesão) pesquisou sobre este instrumento durante muito tempo e dedicou-lhe horas de trabalho, fê-lo  renascer e valorizou-o de novo.<br />
</strong><br />
<strong>O instrumento que no século XIX desaparecera do universo musical português passou a fazer parte do quotidiano de Fernando Meireles Pinto, com um labor de critérios impares, recuperou, reconstruindo-o a partir de diversas fontes, nomeadamente das figuras de presépio dos séc. XVII e XVIII, da autoria do escultor Machado de Castro. Na 62ª recolha de entrevista para o Arquivo Mural Sonoro, o músico-construtor, que ao fim de cerca de duas décadas permanece num dos corredores da Associação Académica de Coimbra com a sua oficina-Atelier, relembrou não só o seu percurso como o tempo da sua aproximação à sanfona e as emoções experimentadas ao longo de todo o seu percurso de descoberta e reconstrução do instrumento.</p>
<p>Com anos de trabalho consagrado à feitura de instrumentos, e com encomendas várias de cordofones por si feitos de músicos vários como Pedro Caldeira Cabral ou Julio Pereira, as sanfonas, concertina, viola braguesa, bandolim e cavaquinhos tocados no grupo do qual faz parte &#8211; Realejo &#8211; saíram todos da sua oficina. Fernando Meireles tem o seu trabalho reconhecido em vários pontos do mundo, como a Casa Real Espanhola onde se encontra uma guitarra por si construída, o seu trabalho de recuperação da sanfona foi inequivocamente elogiado por estudiosos reconhecidos  como Louzã Henriques.<br />
</strong><br />
<a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/528445_587509691268306_1137949708_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/05/528445_587509691268306_1137949708_n.jpg" alt="" title="528445_587509691268306_1137949708_n" width="275" height="206" class="aligncenter size-full wp-image-2306" /></a><br />
(Fernando Meireles à conversa com Soraia Simões para Arquivo Mural Sonoro, fotos de António Freire)<br />
<a href='http://www.youtube.com/watch?v=pjlwnKsQg8s'>Fernando Meireles em execução de &#039;Bailinho da Madeira&#039; com Sanfona</a></p>
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		<title>Sessão V Mural Sonoro no Museu da Música. Tema: Música e Sociedade</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 16:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraia Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[INICIATIVAS MURAL SONORO]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Reservados Mural Sonoro]]></category>
		<category><![CDATA[Soraia Simões Estudos de Música Popular]]></category>

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		<description><![CDATA[Sessão Arquivo Mural Sonoro AUDIO (imagem correspondente à quinta sessão de um ciclo de conferências, exposições e apresentação de recolhas musicais e etnográficas que o Museu da Música acolhe ao longo de 2013, iniciativa dinamizada pelo Mural Sonoro) O espaço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='https://vimeo.com/66753677'>Sessão Arquivo Mural Sonoro AUDIO</a><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/301932_591748427511099_1581664212_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/301932_591748427511099_1581664212_n.jpg" alt="" title="301932_591748427511099_1581664212_n" width="679" height="960" class="aligncenter size-full wp-image-2273" /></a> </p>
<p>(imagem correspondente à  quinta sessão de um ciclo de conferências, exposições e apresentação de recolhas musicais e etnográficas que o Museu da Música acolhe ao longo de 2013, iniciativa dinamizada pelo Mural Sonoro)</p>
<p><strong>O espaço social que as músicas populares ocupam na sociedade portuguesa não é bem definido. Se nos disponibilizarmos a uma abordagem aprofundada reparamos que é ambivalente e contraditório o processo assumido ao longo dos tempos pelas práticas musicais.</p>
<p>Por via de trabalhos individuais e colectivos foi-se ressalvando a importância de uma Música Popular através de canções significativas, de acervos com enfoque nas tradições orais, no inter-relacionamento entre as abordagens científicas e as humanísticas, mas também na hierarquização das práticas musicais como um objecto social e ideologicamente construído, na enfatização e relevância do passado histórico e colonial e do presente ligado a uma &#8221;perspectiva urbana&#8221; em si mesma e &#8221;uma perspectiva urbana sobre a ruralidade&#8221;.</p>
<p>O papel da Música Popular nos diferentes aspectos da vida em sociedade, a sua ubiquidade, com as suas significâncias &#8211; políticas, económicas, ideológicas, éticas &#8211; contribuiu para a ideia de uma maior democratização das manifestações culturais e a expressividade das várias músicas populares na inscrição na vida social como um expoente máximo dessa &#8216;democratização&#8217;.<br />
</strong></p>
<p>Fotos de Helena Silva</p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/603673_595184153834193_1832606527_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/603673_595184153834193_1832606527_n.jpg" alt="" title="603673_595184153834193_1832606527_n" width="787" height="527" class="aligncenter size-full wp-image-2318" /></a><br />
(José Mário Branco)</p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/603382_595184187167523_812430269_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/603382_595184187167523_812430269_n.jpg" alt="" title="603382_595184187167523_812430269_n" width="787" height="525" class="aligncenter size-full wp-image-2319" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/934946_595185537167388_1877074472_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/934946_595185537167388_1877074472_n.jpg" alt="" title="934946_595185537167388_1877074472_n" width="787" height="525" class="aligncenter size-full wp-image-2320" /></a></p>
<p>(José Mário Branco, Soraia Simões, Sebastião Antunes)</p>
<p>Fotos de Augusto Fernandes</p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/935729_595039187182023_975180161_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/935729_595039187182023_975180161_n.jpg" alt="" title="935729_595039187182023_975180161_n" width="960" height="638" class="aligncenter size-full wp-image-2321" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/934946_595185537167388_1877074472_n1.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/934946_595185537167388_1877074472_n1.jpg" alt="" title="934946_595185537167388_1877074472_n" width="787" height="525" class="aligncenter size-full wp-image-2322" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/943336_595039507181991_613165946_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/943336_595039507181991_613165946_n.jpg" alt="" title="943336_595039507181991_613165946_n" width="960" height="638" class="aligncenter size-full wp-image-2323" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/943778_595039340515341_2066598640_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/943778_595039340515341_2066598640_n.jpg" alt="" title="943778_595039340515341_2066598640_n" width="960" height="638" class="aligncenter size-full wp-image-2324" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/482618_595037933848815_449744364_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/482618_595037933848815_449744364_n.jpg" alt="" title="482618_595037933848815_449744364_n" width="960" height="638" class="aligncenter size-full wp-image-2325" /></a></p>
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		<item>
		<title>4ª Sessão Mural Sonoro &#8216;INSTRUMENTOS TRADICIONAIS EM PORTUGAL: SUA CONSTRUÇÃO E DIFUSÃO&#8217;&#8221;.</title>
		<link>http://muralsonoro.com/?p=2267</link>
		<comments>http://muralsonoro.com/?p=2267#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 17:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soraia Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[INICIATIVAS MURAL SONORO]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Reservados Mural Sonoro]]></category>

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		<description><![CDATA[Quarta Sessão Mural Sonoro no Museu da Música Audio Intervenientes: Kula (construção de koras, dununs, djembes) Mário Correia (recolhas etnográficas, terras de Miranda e Sendim) Joao Sousa (Oleiro, construção de instrumentos em barro)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='https://vimeo.com/65693351'>Quarta Sessão Mural Sonoro no Museu da Música Audio</a></p>
<p> <strong>Intervenientes:<br />
Kula (construção de koras, dununs, djembes)<br />
Mário Correia (recolhas etnográficas, terras de Miranda e Sendim)<br />
Joao Sousa (Oleiro, construção de instrumentos em barro)</strong<br />
<strong>Apresentação/Mediação:<br />
Soraia Simoes</strong></p>
<p>Fotos: Augusto Fernandes</p>
<p>Estação de Metro Alto dos Moinhos (Linha Azul) . Benfica . Alto dos Moinhos<br />
+info / reservas: mmusica@imc-ip.pt / 21 771 09 90 facebook: /museudamusica<br />
site: museudamusica.imc-ip.pt</p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/461420_591733894179219_1363655900_o.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/461420_591733894179219_1363655900_o-1024x680.jpg" alt="" title="461420_591733894179219_1363655900_o" width="720" height="478" class="aligncenter size-large wp-image-2280" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/461439_591733640845911_543685734_o.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/461439_591733640845911_543685734_o-1024x680.jpg" alt="" title="461439_591733640845911_543685734_o" width="720" height="478" class="aligncenter size-large wp-image-2281" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/464796_591733934179215_572773857_o.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/464796_591733934179215_572773857_o-1024x680.jpg" alt="" title="464796_591733934179215_572773857_o" width="720" height="478" class="aligncenter size-large wp-image-2282" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/478022_591733594179249_1023294312_o.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/478022_591733594179249_1023294312_o-1024x680.jpg" alt="" title="478022_591733594179249_1023294312_o" width="720" height="478" class="aligncenter size-large wp-image-2283" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/892462_591733717512570_909944191_o.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/892462_591733717512570_909944191_o-1024x680.jpg" alt="" title="892462_591733717512570_909944191_o" width="720" height="478" class="aligncenter size-large wp-image-2284" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/904130_591733784179230_1302577753_o.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/904130_591733784179230_1302577753_o-1024x680.jpg" alt="" title="904130_591733784179230_1302577753_o" width="720" height="478" class="aligncenter size-large wp-image-2286" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/919252_591733944179214_809309387_o.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/919252_591733944179214_809309387_o-1024x680.jpg" alt="" title="919252_591733944179214_809309387_o" width="720" height="478" class="aligncenter size-large wp-image-2287" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/919892_591733587512583_2139305454_o.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/919892_591733587512583_2139305454_o-1024x680.jpg" alt="" title="919892_591733587512583_2139305454_o" width="720" height="478" class="aligncenter size-large wp-image-2288" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/922318_591733827512559_1803065262_o.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/922318_591733827512559_1803065262_o-1024x680.jpg" alt="" title="922318_591733827512559_1803065262_o" width="720" height="478" class="aligncenter size-large wp-image-2289" /></a></p>
<p><a href="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/44776_515284538528327_202892881_n.jpg"><img src="http://muralsonoro.com/wp-content/uploads/2013/04/44776_515284538528327_202892881_n.jpg" alt="" title="44776_515284538528327_202892881_n" width="679" height="960" class="aligncenter size-full wp-image-2268" /></a></p>
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